"O estilo nem por sombra corresponde a um simples culto da forma, mas, muito longe disso, a uma particular concepção da arte e, mais em geral, a uma particular concepção da vida." (Leon Tolstoi)

20 de abr de 2010

A “Vogue Korea” de Maio vem com Gisele Bündchen mostrando que voltou com tudo e com o estilo militar mostrando que taí e não vai embora dos editoriais de jeito nenhum! Brasilllllll!!

Lenços

Meninas a algum tempo venho pesquisando uma matéria legal sobre lenços e suas amarrações..rss
Achei estas imagens super legais que nos ensinam a ficar ainda mais chiquetosa.
Sou suspeita pra falar ADORO e cá entre nós um lenço " Nada básico" rsssss..dá um outro "up"  no look, fala sério?? rss




Divirtam-se!!

Entrevista Flávia Lacerda fala de moda para gordinhas do Brasil!

Ela é linda de morrer e...gordinha! Fluvia Lacerda, para quem ainda não sabe, é modelo plus size. Ou seja, participa de catálogos e editoriais de moda de roupas para mulheres que vestem tamanho grande. Já foi capa de revistas e garota-propaganda de marcas renomadas no exterior, que é onde ela faz mais sucesso.
Na contramão das modelos esqueléticas das passarelas, ela vem cada vez mais chamando atenção pelo corpão curvilíneo - e cheio de saúde! - e pelo rosto perfeito. Conversei com ela para uma matéria sobre um novo programa de moda e exclusivo para gordinhas que estreia no sábado na CNT, o Fashion & Plus. Falamos de moda, de preconceito e dos gostos pessoais da Fluvia que também costuma andar na contramão dos "ditos" da moda. Não porque não usa o que é tendência, mas porque usa balonê, usa branco, usa roupas mais ajustadas, sim, e tudo com muita elegância.
Acompanhe o nosso bate-papo sobre moda:

DSM - Acha que o mercado da moda está mais receptivo para as mulheres acima do peso? Consegue encontrar roupas com facilidade?


Fluvia Lacerda - O mercado “plus size” já é estabelecido de forma sólida em muitos lugares, como EUA, Europa, México, Austrália e Turquia, entre outros. No Brasil, a demanda definitivamente existe e aos poucos as consumidoras estão aprendendo a reivindicar o direito de se vestir bem de forma que o mercado está sendo forçado a acordar. Trata-se de um processo inevitável. Quando iniciei o meu trabalho no Brasil, ouvi muitos “não” de revistas e estilistas, mas segui em frente. Aos poucos, minha história se espalhou por todo o Brasil e comecei a receber centenas de e-mails de mulheres que viram em mim uma inspiração, uma porta-voz que falava a verdade até então oprimida. Um ano após o começo de tudo, já sinto que o mercado brasileiro mudou bastante e que o assunto se espalhou de uma forma muito positiva. Mas precisamos mais do que isso. Precisamos que grandes marcas invistam nesse setor para que ele comece a ser competitivo. O meu sonho é que um dia brasileiras possam ter tantas opções quanto as que temos aqui fora.

DSM - Acredita que contribuiu de alguma forma para que as mulheres plus size passassem a se enxergar mais bonitas e atraentes?

Fluvia Lacerda -  Recebo muitos agradecimentos de mulheres por expor essa idéia de que beleza vem em diferentes formatos. Esse tipo de reconhecimento parte de todo o tipo de mulher, desde as mais cheinhas até mesmo das magras que sofrem com a pressão de estar sempre lutando contra a própria natureza do seu corpo para manter um biotipo ideal, porém, irreal. Pessoalmente essa é uma das partes mais gratificantes do meu trabalho: saber que tenho um impacto positivo na vida de tantas pessoas e que sirvo de inspiração para muitas mudarem suas vidas.

DSM - Você é uma mulher que parece não seguir as "regras" do que cai bem ou não para mulheres mais cheinhas. Usa vestidos balonê, roupas brancas e, no entanto, fica linda com elas. Acha que as 'mulheres GG' devem ser mais livres para usar qualquer tipo de roupa?

Fluvia Lacerda - Quando o assunto é moda acredito que conhecer bem o seu corpo é a chave para saber o que mais valoriza suas curvas, seus seios, quadril etc. Quando você se conhece, combinar estilo e conforto torna-se uma tarefa fácil. E claro, não podemos deixar o bom senso fora de questão. No caso das gordinhas, escolher peças muito apertadas, além de ser desconfortável, também é muito deselegante. Brinque com as cores. Geralmente, a tendência é se apegar a um guarda-roupa repleto de peças escuras ou pretas. Mas, sabendo escolher os modelos certos, é possível fazer várias combinações lindíssimas, elegantes e coloridas.

DSM - Que peças das últimas tendências mais gosta de usar?

Fluvia Lacerda - Sempre amei moda, me arrumar, estar bem vestida e acho que isso cresceu ainda mais quando me mudei pra NY, onde as pessoas curtem o aspecto de se expressar através da forma que se vestem. Hoje, mais do que nunca, curto me vestir bem, inventar meu próprio estilo, misturar peças antigas com novas, femininas com algo mais roqueiro. E tendo uma variedade de opções onde posso comprar peças superlegais e modernas pro meu tamanho, torna tudo bem mais divertido. 

Vá de Ankle Boot - Acerte na escolha!!
















 Que ankle boot está na moda você já sabe – se não, é porque não olhou para baixo desde o inverno de 2007, quando as botas no tornozelo começaram a virar mania. rss
Depois de tantas estações e sandálias (cada vez mais) abotinadas tentando roubar o seu posto, a ankle deste inverno tem cara nova. Peep toe e cadarço são as características que não podem faltar para a sua botinha poder pisar na tendência durante o frio de 2010.
Lá fora a ankle-boot-peep-toe -amarrada já ganhou as ruas. Sim, o nome é grande, mas é assim que você deve pedir nas lojas.
Adorooo e recomendo!
Veja aqui algumas formas de usar:
  • Elas favorecem as mulheres de pernas finas e longas;
  • Ficam perfeitas com saias e vestidos,shorts deixando o look mais moderninho;
  • Infelizmente encurtam a silhueta e as mulheres baixas não se beneficiam do look;
  • Para as baixinhas, de pernas curtas e grossas (que querem arriscar o look) a dica é usar as ankle boots com meia-calça ou legging na mesma cor, pois assim se cria a ilusão de uma silhueta mais alongada;
  • As que ficam na altura do ossinho do tornozelo devem ser justinhas (principalmente se suas pernas forem finas);
  • Aposte também modelos vazados 
  • Elas vão do trabalho para as festas sem o menor problema;
  • Para usar as abertas na frente a pedicure tem que estar em dia e apostar em um esmalte nas cores da estação é uma boa pedida;
  • As ankle boots de salto alto e  fino prometem dominar o inverno, então se você domina os saltos altos e finos (calminha com tranqüilidade), aposte neles.

Customizar Já..rss

No mundo da moda customizar é fashion, moderno, inovador. Experimente modificar um blazer ou casaco longo com ombros largos e  muito comprido, tirando o volume com ajustes, diminuindo os ombros, deixando-os levemente estruturados e  com o comprimento que pode ser desde o joelho ou 7/8, como na altura do quadril ou bem curto, tipo Casaqueto. E aquela camisa masculina transformada em uma charmosa camisa feminina com direito a babados, rendas ou nervuras! Tudo pode ser aproveitado, desde que o tecido esteja bem conservado e limpo. Você terá peças inteiramente novas, personalizadas com um custo muito menor no seu orçamento. Faça isso também com blusas, saias,  vestidos e o seu guarda-roupa ficará cada vez mais com a sua cara!
Olha o que aconteceu com uma jaqueta velha lá em casa? Havia ganho algumas taxinhas e guardado pra quando tivesse alguma inspiração..então.. resolvi customizar a jaqueta perdida lá do armário e amei o resultado.ela tem uma pegada militar e as taxas só atualizaram o look!!
Showw.. agora é só sair por aíiii..rss
Inpire-se Luluss!

Carteiras de Papel


São de papel mas não precisa se preocupar, o tal papel é Tyvek® – material resistente e impermeável. Sua preocupação será na hora de escolher qual carteira comprar: dá vontade de comprar todas! Um Mimo!! rss

Dica - Livro - Mulheres Que Mudaram o Mundo

Oiii.meninassss Saudadona, andei um pouco sumida, mas foi por uma boa causa..rss
E no pouco tempo que me sobrava, lá estava eu lendo alguma coisa. Então decidi reler "Mulheres que Mudaram o Mundo", de Gabriel Chalita, neste livro o autor apresenta a tragetória de vida de mulheres que pelo simples fato de terem existido, alteraram os rumos da história.
O autor explica que as escolheu não por serem as melhores do mundo, mas pelo que têm em comum: uma força que não permitia que desistissem, mesmo diante das dificuldades mais atrozes.
Mulheres fscinantes como todas as outras. Viveram intensa e nobremente e entraram pra história porque não tiverem medo de ser diferentes.
Querem saber quem são essas mulheres?? Eu indico ..'MUlheres que Mudaram o Mundo".
PS; que este livro seja um convite a ação.
"É preciso que os incomodados vençam os acomodados. E que os inquietos vençam os magoados.E que uma força nova surja a cada dia nascida da coragem de quem não tem medo dos acontecimentos nem espera que eles aconteçam. Seria bom que, como as mulheres exaltadas  no livro, não fiquemos na platéia, mas façamos parte do espetáculo. É a fascinante metáfora do teatro."

BOA LEITURA..MENINASS

Blogs,Twitter, Orkut, Flickr, Facebook estão mudando as relações de marcas de moda com o seu público

O consumidor dá as cartas
Blogs,Twitter, Orkut, Flickr, Facebook estão mudando as relações de marcas de moda com o seu público
17 de abril de 2010 | 16h 00

A melhor tradução para a megatendência global intitulada "crowdsourcing" está nas sábias e visionárias palavras do Velho Guerreiro, o Chacrinha: "quem não se comunica, se estrumbica." De olho nas redes de relacionamento, marcas interagem com o consumidor de forma estratégica, seja no desenvolvimento de novos produtos, pesquisa de hábitos ou análise de ideias.

Outro projeto interessante é o Womanity.com, da marca Thierry Mugler para o Clarins Fragrance Group. Trata-se de um site interativo, no qual mulheres do mundo todo trocam experiências, sugerem ideias e dão seus pontos de vista sobre os mais variados assuntos, compondo um precioso mosaico sobre o universo feminino, alvo da gigante dos cosméticos.

Na área de moda, o mercado brasileiro está atento às novas mudanças. A marca de calçados Cravo & Canela, localizada no Sul, criou o projeto Fervo de Moda, quando a atual coleção de inverno teve a participação direta de um grupo de blogueiras jovens, de diferentes tribos e antenadas com moda, recrutadas em mídias sociais.

Segundo Aniele Barros, da área de marketing, desde o ano passado, a empresa pensava em estreitar as relações com o seu público. "A marca não pode ficar num pedestal. O consumidor quer opinar, criar, participar espontaneamente." Foram selecionadas dez blogueiras de diferentes regiões do País com algum tipo de relação com a marca. "Realizamos três encontros, quando elas vieram até a fábrica, em Ivoti, Rio Grande do Sul. Conheceram todo o processo de criação e desenvolvimento de produtos. Depois, com orientação de designers, foram convidadas a criar uma minicoleção."

Cada uma recebeu em casa um protótipo dos calçados e um kit com tecidos e adereços, para customizarem quatro modelos, que, posteriormente, foram apresentados na Couromoda, feira de moda e acessórios. Se para a empresa a parceria rendeu bons frutos, o mesmo pode-se dizer em relação às garotas. Uma delas é a arquiteta Aline Zemuner, a Lily, de 28 anos, que tem um blog de estilo. "Achei a ideia excelente. Tivemos liberdade de criar e nos sentimos parte do time."

Estrelas da campanha. Vista-se e seja como quiser, proclama a Doc Dog, descolada marca de moda que escolheu nove consumidores, por meio de mídias sociais, para estrelarem sua atual campanha de inverno. Os eleitos - clicados pelo badalado fotógrafo Merlin Bronques, figura hype da noite novaiorquina - destacam-se por suas atitudes. São globalizados, amantes de moda, arte e cultura - em suma, são afinados com a identidade da marca. A campanha veiculada em revistas traz um pequeno perfil de cada blogueiro.

A proprietária da marca,Thais Protti, conta que, há muito tempo, queria dialogar com o seu público consumidor - em geral, profissionais da área de comunicação, design, música, publicidade e moda. "São pessoas que gostam de se diferenciar das demais."

Coleção. Blogueiras criam para a Cravo e Canela

Para colocar o projeto em prática, Thais contou com a ajuda de um amigo blogueiro e frequentador da noite, que a ajudou a selecionar o grupo. "A minha maior preocupação era fazer com que a ideia não soasse falsa, de forma que todos os jovens compartilhassem o seu estilo com o DNA da marca", fala Thais, que já pensa em outras ações para fidelizar o cliente. "Não basta servir champanhe e cafezinho. O modelo de negócios está mudando, os jovens estão cada vez mais informados e nos trazem ideias e novas interpretações sobre o modo de usar roupas e acessórios.".

Um dos "modelos" da campanha é o DJ Alex Magalhães. Divertido, ele revela duas manias. Uma é o uso do topetinho, ajeitado toda hora, e a outra é tirar fotos quando se produz para sair. "Assim não me esqueço de combinações bacanas que podem ser repetidas em outras ocasiões." Alex é fã das camisas de gola e dos sapatos de bico fino da Doc Dog. Morena Boaventura, que tem na bagagem cursos de artes, literatura e línguas, também gostou da experiência, especialmente porque não foi algo forçado. "Já uso as roupas da marca há um bom tempo, o que me deixou à vontade para fazer as fotos."

Passadas rápidas. Em 2006, o lançamento do modelo de tênis Nike Plus, da Nike em parceria com a Apple, revolucionou o mercado de acessórios esportivos e também o relacionamento com o consumidor. Um chip na sola do tênis armazenava dados da corrida, passando-os para o iPod nano, possibilitando ao corredor acessar dados sobre tempo, distância, queima de calorias e ritmo do exercício. O mais interessante é que o produto deu origem a um site de relacionamento, criado e mantido pela Nike, para corredores que usam o kit eletrônico. "O corredor chega em casa, descarrega no computador as informações obtidas durante a corrida, podendo conferir a evolução de sua performance e compará-la com a de outros corredores que participam da comunidade Nike Plus", fala Thiago Pinto, diretor de marketing da marca.

A comunidade Nike Plus congrega mais de 2 milhões de membros em todo o mundo, sendo 40 mil registrados no Brasil. Essa massa de informações, diz o diretor de marketing, alimenta o banco de dados, subsídio para a marca conhecer melhor seus clientes e desenvolver novos produtos.

VOCÊ DECIDE

Enquanto o caminho natural das marcas de moda é investir pesado em pesquisas, viagens e estilistas, Fábio Seixas e seu sócio Rodrigo David, do site www.camiseteria.com, apostam na criatividade do consumidor. O internauta cria as estampas, que ficam em votação pública na rede por dez dias, ganham nota e vão para o ranking interno. Aquelas que tiverem a maior aprovação são produzidas.

O endereço de comércio eletrônico foi colocado no ar em 2005, bem antes do boom das mídias sociais. "Nos dois últimos anos, tivemos um crescimento significativo. Hoje são 170 mil usuários no site, 42 mil seguidores no Twitter e 20 mil no Facebook", comenta Fábio. O público consumidor é jovem, na faixa de 20 a 25 anos. O negócio vai de vento em popa, com uma média de 3.000 a 3.500 camisetas vendidas por mês.
E VOCÊ VAI FICAR FORA DESTA?