"O estilo nem por sombra corresponde a um simples culto da forma, mas, muito longe disso, a uma particular concepção da arte e, mais em geral, a uma particular concepção da vida." (Leon Tolstoi)

13 de abr de 2010

Cabeleireiro Amigo


Lulus de plantão o que seria de nós sem eles, não é?
Eles quem tem como missão transformar o nosso sonho em realidade fazendo com que muitas que vão ao salão saiam de lá com a auto–estima nas nuvens..rsss
Então..uma homenagem ao meu cabeleireiro amigo..Marquinhossssssss!!
Que me deixa sempre Maravilhosa com os cabelos ao vento...rssssss

Contato: mdias.espacodebeleza@hotmail.com

Customização Faça Fácil






Que tal ter uma peça cheia de bossa e na última tendência? Para isso, basta uma camiseta, correntes e criatividade. A estilista Giuliana Romano ensina um modelo criado por ela e que caiu no gosto de Carla Lamarca, apresentadora do Fashion TV.

Para montar a peça, tenha em mãos:

5 metros de corrente, linha, agulha, fita métrica e alicate de corte. No total, você vai precisar de 64 pedaços de correntes, 32 para cada lado. Oito partes com 19 cm, 14 partes com 16 cm, 14 com 13 cm, 14 com 11 cm e 14 com 8 cm. É necessário comprar correntes de um material que não oxida, como latão ou alumínio.
Prefira as blusas de algodão, viscose ou malhas. A peça não pode ser justa demais, precisa ter um caimento adequado no corpo. Opte pelas cores neutras, como branco, preto, marinho, cinza, gelo, bege ou em tons pastel.
Pode ser aplicado nos decotes canoa, quadrado ou em U. Se quiser, coloque correntes somente nos ombros - mas elas precisam ter o mesmo tamanho.

1 Com uma fita, meça o centro da camiseta. Marque com lápis o início da aplicação das correntes.

2 Corte as correntes nos tamanhos (vide texto acima). Divida os pedaços para cada lado da camiseta.

3 Com linha e agulha, costure as correntes maiores. Prenda o elo da corrente bem rente à gola da camiseta

4 Costure primeiro uma das metades da peça. Em seguida, a outra parte. Assim fica mais simples!

PS: Ou se referirem tirinhas de couro que usada com um jeans de modelagem flare ( calça ajustada do quadril até o joelho, as pernas ficam mais largas até a barra) remete ao visual setentinha.

S'imbora tentar??

Decote V - Masculino


As Lulus mais antenadas já sabem da onda de decotes em formato V no vestuário masculino, mas o que muitas não sabem é como surgiu, na verdade, a gola V não é algo novo e nem muito comentado, mas nos últimos tempos as camisetas com gola V estão cada vez mais modernas e cavadas. Vista em desfiles nacionais e nas passarelas internacionais.

Essa história de homem usar decote começou lá no Hemisfério Norte. Mais precisamente na Escandinávia, onde mulheres e homens há muito tempo vivem, de fato, em pé de igualdade. Em tudo: seja no trabalho, seja no sagrado direito de se mostrar. As marcas que mais apostaram nessa tendência vêm daquelas bandas do planeta. A pioneira no assunto chama-se Acne Jeans. Os decotões da Acne enfeitam as vitrines de lojas em lugares como o Soho, em Nova York, ou a Rue Saint-Honoré, em Paris. Grifes como D&G, Prada e Ferragamo também cavaram — e muito — suas t-shirts. Em Nova York, o fenômeno já foi detectado pelo "New York Times", que publicou uma reportagem sobre a invasão dos decotes no guarda-roupa masculino.
E os Lulus mais antenados de plantão gostaram e aderiram... esse é meu amigo Zú que está chiquetoso com o look ...rssss
As Lulus aprovam..rss
PS: ESTREIANDO A SESSÃO " SEU ESTILO NO LULU" O PRÓXIMO PODE SER´VOCÊ...AGUARDEM!!

Verão com os pés nas alturas


Os saltos altos têm lugar garantido em todas as estações e, para o verão 2011, não será diferente. Se por um lado os modelos surgirão altíssimos, os componentes baixos e esculturais também prometem arrebatar e despertar o desejo de compra das mulheres com seus variados modelos. Na pesquisa realizada pelo modelista de criação José Carlos Ometto (Jaú/SP), a estação terá plataformas com alturas de 10 ou até mesmo 12 centímetros. “Haverá um alto índice de cepas anabelas com alturas e estilos variados. Os saltos finos para as estruturas mais elegantes e é claro que os chamados 'day by day' chegarão com variáveis, mais grossos, redondos, quadrados. Seguindo as características do Brasil, as rasteiras terão presença garantida", antecipa. Para Ometto, os saltos tipo agulha, estaca, cone, bipartidos também estarão em evidência na temporada mais quente do próximo ano.

Apostando no diferente, o estilista Eduardo Tondin (Três Coroas/ RS) aponta peças em variados estilos, alturas e formatos como destaque. Dentro dos que se chamam mais a atenção estão os anabela, em alturas que variam entre rasteiras a saltos mais altos, sendo este forrado, fachetado, pintado, translúcido ou até mesmo em madeira. “Os saltos estarão mais altos na próxima estação, pois existem construções de meias-patas muito altas, até mesmo com duas ou três peças, uma sobre as outras, o que eleva a altura dos saltos”, explica Tondin, lembrando que as cepas estão muito fortes e surgem com forrações diversas.

“Os tipos de saltos variam entre saltos de madeira, forrados com palha e de acrílico. Eles são, em sua maioria, mais grossos, sendo que os forrados com couro ou cetim são, em sua maioria, chamados 'carretéis'. "Para mim, a moda hoje nos dá várias vertentes e cabe ao estilista, ou empresa, a grande função de interpretar qual seu público-alvo, que hoje também é muito variado'', conclui.


Sou fiel as minhas rasteirinhas..rsssss

Pedrarias para o verão


A temporada primavera/verão 2011 irá trazer - para os calçados e acessórios - uma interessante mistura de referências culturais, além de um mix de tonalidades, formas e texturas. Dentro deste contexto, as pedrarias - que em diferentes estações - enfeitam os modelos continuarão embelezando os pés das fashionistas nos dias frios. O designer Gilberto Ronnau (Novo Hamburgo/RS) fala que os componentes continuarão presentes nas modelagens e serão aplicados em peças de diferentes versões. Os elementos - naturais, resinados, semipreciosos, cristais ou strass - são confeccionados em formatos geométricos ou inspirados na natureza, com formas de folhagens e flores.

O designer antecipa que, nas sandálias, as gemas coloridas decoram o peito do pé como joia e dão um efeito contrastante em uma produção mais neutra. "Pura sofisticação, os calçados de salto também ganham aplicação com pedras em resina ou de plástico. Já nas outras sandálias, as pedras são aplicadas nas tiras de couro", detalha Ronnau.

Segundo a pesquisa que a estilista Íris Pinheiro (Jaú/SP) vem fazendo, as coleções para o verão 2010/2011 chegam enfeitadas de cristais e pedrarias nos mais variados tamanhos e formas. Para a designer, as pedrarias sempre estão presentes, seja no tamanho que for, pois valorizam o calçado ou acessório. "O verão é uma estação quente, alegre e pede por cores vivas bem como pedrarias que dão um toque de brilho ao produto", explica.

Pedras transparentes em forma de gotas, cestavadas e quadradas, entre outras, são exemplos do tipo de pedraria que o consumidor irá encontrar nos produtos de verão de acordo com o estilista Eduardo Tondin (Três Coroas/RS). Ele ressalta ainda que a estação terá muita mistura de pedras com miçangas. "É o étnico misturado com o sofisticado, o que resulta num calçado ou acessório elegante", afirma. Os tamanhos das pedras que estarão nos pés da mulher brasileira são pequenas, médias e grandes. O estilista observa ainda que os componentes rebordados se destacarão na capa do salto.

E o tempo vai esquentar..ss


E o tempo esquentou!

O site de pesquisa Vitrines da Europa traz ao público brasileiro as tendências de moda confirmadas para a primavera-verão 2010/2011. Na lista de países pesquisados, estão Alemanha, Itália e Espanha. Conhecido entre fabricantes, lojistas, vitrinistas e demais profissionais da cadeia coureiro-calçadista, a ferramenta comemora sua 43ª edição apresentando ao seu público assinante as tendências de moda confirmadas pelos lojistas europeus.

Da mesma forma que os veículos da Divisão de Segmentados do Grupo Sinos - que inclui as revistas Lançamentos e Lançamentos Indústria e o jornal Exclusivo - informam a moda desde as passarelas, o Vitrines da Europa encerra este ciclo, apontando as aquisições feitas pelos varejistas do 'Velho Continente'.

Ou seja, é a confirmação de todo o movimento que se deu anteriormente nas passarelas, somado ao gosto popular dos consumidores. Uma informação valiosa, que pode mudar rumos de quem trabalha com moda. Com bastante tempo de estrada, o Vitrines da Europa já pesquisa moda há mais de 20 anos. Esse 'know how' só traz benefícios a quem assina a ferramenta.

Primavera-verão 2010/2011

Possibilidades mil! Materiais, formatos, estilos: o verão 2011 está cheio de possibilidades, tanto para o público feminino, quanto para o masculino e o infantil. Uma estação que trata as tendências de moda com a particularidade que lhe são de direito. Na lista dos materiais da temporada, couros lisos, metalizados, exóticos, aveludados e verniz. O tressê ganha visibilidade na cartela dos femininos, assim como materiais vinílicos, os famosos transparentes, que dão mais leveza aos modelos.

Os homens se dividem entre uma sapataria clássica e outra mais moderna e dinâmica, a dita esportiva, para encarar dias mais agitados e até mesmo divertidos. Em cores suaves, eles querem mesmo é novidade em seus guarda-roupas.

Crianças alegres e felizes são muito mais crianças! Para elas, a estação reserva modelagens confortáveis e em cores que vibram toda a tônica do verão.

Lulus olha essa sandália com Inpiração Náutica??? Gostaram?? Eu Aprovo!!

Verão 2011- Tendênciass- Bolsas



O inverno nem bem começou e a industria da moda já está a todo o vapor na criação das tendências da primavera-verão.
Na medida em que as novidades vão chegando eu vou colocando aqui pra vocêss...ok??

Bolsas Feminina Esquentam o Verão
Que as bolsas são ótimas aliadas das mulheres na hora de incrementar e personalizar o visual já é do conhecimento de todos. Durante a próxima estação quente, as peças serão ainda mais indispensáveis para atualizar um look e elaborá-lo de acordo com as tendências da temporada. Os modelos - já vistos nas passarelas internacionais - surgem em tamanhos, formas e materiais variados, sendo que as peles empregadas na sua confecção têm a maciez e a maleabilidade como importantes características.

Na visão da estilista Patrícia Machado (São Paulo/SP), o verão 2011 vai ser a estação do couro, tanto para roupas, como para bolsas e acessórios. A matéria-prima vêm com toque amaciado, fino e ultraflexível, possibilitando trabalhos de drapeados, franzidos e enrugados. Floater, nobuck e camurças serão os estilos mais usados na estação para os acessórios conforme aponta a designer. Ela cita, ainda, a presença dos materiais lisos com acabamentos brilhantes, perolizados, metalizados, encerados, envelhecidos, esbranquiçados e efeitos aquosos e opacos nos produtos. Patrícia lista, também, as opções com efeitos tridimensionais, decorados a laser e os polimentos com aspecto de madeira, assim como os perfurados, vistos em coleções passadas.

Por sua vez, os estampados aparecem em uma variedade maior com gravuras do fundo do mar, grafias de 'pop art' e motivos primitivos. “Desenhos geométricos, efeitos de renda, aplicação de bordados e as já vistas texturas de peles de répteis (como crocodilo e cobra) e escamas de peixes continuam presentes nas coleções”, complementa. Na paleta de cores, destaque para os tons da natureza, como azuis e verdes em diversas nuances, coral, terrosos, beges e pastel. Para constrastar, aparecem as tonalidades fortes: vermelho, laranja e pink.

Patrícia observa que as bolsas e os acessórios femininos vão ter um aspecto mais leve para o verão 2011. UM dos destsques são as pequenas carteiras e as bolsas médias e grandes em diferentes formatos, sejam arredondados, quadrados ou retangulares. As misturas de tecidos - como o cetim (dublado) e o couro - ainda têm tudo para ser muito presente na estação. “Também teremos mistura de cores e materiais diferenciados em um mesmo modelo”, conclui.

Circo é inspiração para o inverno de Melissa






Inspirada no universo lúdico do circo, nas cores vibrantes e na sensualidade irreverente dos picadeiros, a marca de calçados Melissa apresenta, para o inverno, coleção composta por 48 novos modelos. Para compor os produtos, dois caminhos foram escolhidos: nostalgia e espetáculo. O resultado são peças em tons de dourado, bege, preto, vermelho e azul, com apliques que remetem ao brilho que envolve este mundo, como laços, estrelas, botões, camafeus, coroas, rufos e detalhes metalizados.

As linhas da coleção - batizada de 'Melissa et Circenses' - são ousadas, com detalhes vazados, tiras e recortes anatômicos. Um dos destaques é o modelo 'Melissa Cirque', ankle boot bicolor que explora, em seu design, fechamento feito com grandes botões laterais e lapela com efeito de sobreposição. A referência são os tradicionais looks usados pelos domadores de circo. Outra novidade que chama a atenção é uma sapatilha que faz menção a personagem 'Alice', do famosos romance de Lewis Caroll.

Para destacar os lançamentos, a grife mostra mais uma edição da 'Plastic Dreams', publicação que evidencia os calçados da coleção em editoriais exclusivos. A revista tem como estrela a artista burlesca Dita Von Teese, que posou em uma atmosfera vintage fetichista, entre plumas, cristais e espartilhos. Clicada em Londres pelo casal Sandrine Dulermo e Michael Labica, a bela aparece com figurinos que mesclam peças de sua autoria com Dolce & Gabbana, Valentino e Alexander McQueen.

Vamos de Melissa??


Melissa: membro de conselho de moda nos EUA
Parceria com a estilista Vivienne Westwood é uma das mais destacadas da marca

A marca calçadista Melissa - do grupo Grendene - é destaque na imprensa de moda internacional nesta terça-feira (13 de abril). A novidade é que a grife agora faz parte do Council of Fashion Designers of America. A empresa brasileira integra o Business Services Network, grupo que trabalha para criar oportunidades de negócios e desenvolvimento aos membros da entidade, que reúne marcas e estilistas de diferentes partes dos mundo, mas cuja base de negócios esteja localizada nos Estados Unidos.

"Melissa colaborou com diversos estilistas internacionais e artistas. Eles têm sido incríveis, e achamos que a parceria com o CFDA vai levar a empresa a novas alturas", declarou, ao site WWD, o diretor-executivo do órgão, Steven Kolb. Entre as empresas que integram o grupo estão nomes connhecidos do mundo da moda, como as multinacionais Première Vision, Printemps e Swarovski.

Chiclets,Chiclets,Chiclets





Em parceria com a Chiclets, Ronaldo Fraga transforma goma de mascar em roupas

Sabe aquela famosa goma de mascar chamada Mini Chiclets? Os coloridinhos que fizeram parte da vida de muita gente agora vai virar estampa de roupa. Isso mesmo! O estilista Ronaldo Fraga resolveu fazer uma parceria com a marca Chiclets e assinou o designer das peças da primeira coleção da grife. O lançamento rola em uma festa na próxima quarta-feira (14), em São Paulo, só para convidados.

Na São Paulo Fashion Week, de julho do ano passado, ele já tinha criado alguns acessórios pensando na marca, e na edição de janeiro dos desfiles lançou peças conceituais na coleção inspirada no universo da dança de Pina Bausch. A ideia parece mesmo ter dado certo.

Calças, bermudas, camisetas e casacos prometem agradar os homens, além de vestidos e acessórios que devem fazer a cabeça das mulheres. Pastilhas da Chiclets e embalagens da marca foram reproduzidas em alguns looks. Veja só as imagens dos croquis do que vêm por aí..E viva a criatividadeeee! rss

O que você está lendo??


Lulus de plantão sabemos que não existe cura para o Mal de Alzheimer, porém existe a prevenção, e uma das medidas de prevenção é, manter o cérebro ativo em atividades como leitura e trabalhos que exijam atenção e concentração, realizar atividades físicas e de lazer e manter uma dieta com alta concentração de antioxidantes, entre eles o ômega3 e vitaminas C, E, B6 e B12.
Proponho a leitura de um livro todo o mês..o que vocês acham??
Estou lendo " O Retrato de Dorian Gray" de Oscar Wilde..e você o que está lendo?

Vamos ler???


A IMPORTÂNCIA DA LEITURA

A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.

A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Segundo Angela Kleiman, a leitura precisa permitir que o leitor apreenda o sentido do texto, não podendo transformar-se em mera decifração de signos linguísticos sem a compreensão semântica dos mesmos.

Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Logo, percebemos que a leitura é um processo interativo.

Quando citamos a necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Conforme afirma Leonardo Boff,

cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre um releitura. [...] Sendo assim, fica evidente que cada leitor é co-autor.

A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.

Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Isso é o que afirma Roland Barthes, quando compara o leitor a uma aranha:

[...] o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.

Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquimirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.

E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas.

Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.

Há entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.

Doença de Alzheimer

O que é a Doença de Alzheimer (DA)?


Em geral, a DA acomete inicialmente a parte do cérebro que controla a memória, o raciocínio e a linguagem. Entretanto, pode atingir inicialmente outras regiões do cérebro, comprometendo assim outras funções. A causa da doença ainda é desconhecida e, embora ainda não haja medicações curativas, já existem drogas que atuam no cérebro tentando bloquear sua evolução, podendo, em alguns casos, manter o quadro clínico estabilizado por um tempo maior. Seu médico é o melhor conselheiro e apenas ele é capaz de avaliar a necessidade do uso dessas medicações. É importante que você saiba que, apesar de não haver tratamento curativo, podemos fazer muito em prol desses pacientes através de cuidados específicos e dirigidos a cada fase evolutiva, melhorando em muito a qualidade de vida dessas pessoas.


A DA recebeu este nome depois que o Dr. Alois Alzheimer descreveu, em 1906, as mudanças ocorridas no tecido cerebral de uma mulher que faleceu em decorrência do que era conhecido como uma forma de doença mental no idoso. Essas mudanças hoje são reconhecidas como características da alteração do tecido cerebral na doença de Alzheimer.


A DA afeta todos os grupos da sociedade, não tendo influência a classe social, o sexo, o grupo étnico ou a localização geográfica. Embora a DA seja mais comum em pessoas idosas, também as pessoas jovens podem ser afetadas.

O que causa a DA?


Atualmente a causa da DA ainda é desconhecida. Entretanto, sabe-se que a DA não é causada por endurecimento das artérias, pouco ou muito uso do cérebro, sexo, infecções, envelhecimento, exposição ao alumínio ou a outro metal.

Quais são os sintomas da DA?



A DA afeta cada pessoa de diferentes maneiras: em princípio, o impacto da doença sobre o sistema familiar pode ter maior ou menor grau, dependendo da percepção – pelo cuidador – dos déficits apresentados pelo portador. Por exemplo: mudanças cognitivas (memória, atenção, linguagem, etc.), funcionais (declínio na execução das AVDs/AIVDs) ou comportamentais (agitação, agressividade, etc.), e de como e em que proporção estes déficits estão interferindo no cotidiano do portador. Os sintomas da DA podem ser mais bem entendidos no contexto dos estágios de seu desenvolvimento: inicial, intermediário e avançado.


Nem todos os portadores de DA terão os mesmos sintomas – não existe um padrão único de evolução para todos os vitimados pela doença. A determinação de estágios ou fases serve como guia para verificar a progressividade da doença e ajudar os familiares/cuidadores a conhecerem os problemas potenciais, permitindo assim que seja feito um planejamento das necessidades futuras.

Estágio Inicial: o estágio inicial da doença é freqüentemente negligenciado e incorretamente considerado como “processo normal do envelhecimento”. Como o desenvolvimento da doença é gradual, fica difícil identificar exatamente o seu início. Neste estágio, a pessoa pode apresentar dificuldades com linguagem, desorientação de tempo e espaço, dificuldades para tomar decisões, dificuldades para lembrar fatos recentes, perda de iniciativa e motivação, sinais de depressão, perda de interesse nos hobbies e outras atividades.

Estágio Intermediário: com o progresso da doença, os problemas se tornam mais evidentes e restritivos. O portador de DA tem dificuldades com as atividades do dia-a-dia, além de esquecimento de fatos recentes e nomes das pessoas; maior dificuldade em administrar a casa ou negócios; necessita assistência na higiene pessoal; maior dificuldade na comunicação verbal; apresentar problemas de vagância (andar sem parar) e alterações de humor e de comportamento como agitação, agressividade, que pode ser física e/ou verbal), delírios (acreditar que está sendo roubado, que é traído pelo cônjuge, etc.), apatia, depressão, ansiedade, desinibição (despir-se em público, indiscrições sexuais, linguagem maliciosa, etc.).

Estágio Avançado: a dependência se torna mais severa, os distúrbios de memória são mais acentuados e o aspecto físico da doença se torna mais aparente. O portador de DA pode apresentar dificuldades para alimentar-se de forma independente, não reconhecer familiares, amigos e objetos conhecidos, dificuldade em entender o que acontece ao seu redor, dificuldade de locomoção, incontinência urinaria e fecal, comportamento inadequados em público, agressividade e agitação.


Por que o diagnóstico é importante?




Quanto antes for feito o diagnóstico, mais o familiar/cuidador poderá se preparar para atender melhor ao portador e principalmente conhecer as expectativas futuras. O diagnóstico inicial é o primeiro passo para planejar o futuro. Não existe um teste único para o diagnóstico. O diagnóstico de DA é feito através de cuidadosa história do paciente relatada por seu familiar junto com o exame físico e mental do paciente. É importante excluir outras hipóteses diagnósticas que causam perda de memória como infeções, problemas tireoidianos, etc.

O diagnóstico de DA somente é confirmado com a necropsia, no exame de tecidos cerebrais após a morte.

Existe tratamento para a DA?



Não. Até o momento não existe um tratamento curativo para a DA. Algumas medicações específicas (estabilizadoras) podem retardar a progressão da doença; outras (comportamentais) podem ajudar a minimizar a freqüência e a gravidade dos distúrbios de humor e comportamento. Portanto, lembre-se: apenas o médico é capaz de fazer a opção terapêutica mais adequada em cada caso. Entretanto, saiba que uma série de atividades poderá ser desenvolvida pelo portador e junto a ele, estimulando-o e preservando habilidades atuais, facilitando assim o dia-a-dia do familiar/cuidador. É oportuno manter-se informado, atualizando-se com profissionais especializados que atuam com portadores e seus familiares.

Não se sinta desesperançado. A comunidade científica vem trabalhando arduamente em pesquisas que, ao final, talvez possam oferecer melhores condições para o tratamento da DA, especialmente aquelas relacionadas ao tratamento medicamentoso. Os familiares/cuidadores devem procurar atualizar-se sobre a DA, buscando informações sobre novos medicamentos junto ao médico que atende ao portador.

Quem foi Alois Alzheimer

No dia 14 de junho de 1864, nasceu Alois Alzheimer, na cidade alemã de Marktbreit. Alois estudou medicina em Berlin, em dezembro de 1888, na cidade de Frankfurt foi nomeado como médico residente no Sanatório Municipal para Dementes e Epilépticos, sendo logo promovido a médico senior. Casou-se em 1894 com C. S. Nathalie Geisenheimer, que lhe deu três filhos. A esposa veio a falecer em 1901.

A origem do termo “Mal de Alzheimer” deu-se em 1901, quando Dr. Alzheimer iniciou o acompanhamento do caso da Sra. August D., admitida em seu hospital. Em novembro de 1906, durante o 37° Congresso do Sudoeste da Alemanha de Psiquiatria, na cidade de Tubingen, Dr. Alois Alzheimer faz sua conferência, com o título “SOBRE UMA ENFERMIDADE ESPECÍFICA DO CÓRTEX CEREBRAL”. Relata o caso de sua paciete, August D., e o define como uma patologia neurológica, não reconhecida, que cursa com demência, destacando os sintomas de déficit de memória, de alterações de comportamento e de incapacidade para as atividades rotineiras. Relatou também, mais tarde, os achados de anatomia patológica desta enfermidade, que seriam as placas senis e os novelos neurofibrilares. Dr. Emil Kraepelin, na edição de 1910 de seu “Manual de Psiquiatria”, descreveu os achados de Dr. Alzheimer, cunhando esta patologia com seu nome, sem saber da importância que esta doença teria no futuro. Dr. Alois foi acometido de uma grave infecção cardíaca (endocardite bacteriana) em 1913. Seguiu enfermo por dois anos, quando no dia 19 de dezembro de 1915 veio a falecer de insuficiência cardíaca e falência renal, na cidade de Breslau, Alemanha.

Rede de Atendimento Público e Portarias



Em abril de 2002, o Ministério da Saúde aprovou o tratamento ao portador da doença de Alzheimer na rede pública, envolvendo não só o diagnóstico e tratamento como também a medicação e outras atenções, como: atendimento hospitalar e hospital-dia; visita domiciliar, tratamento acompanhado por equipe multiprofissional e programa de orientação e treinamento para familiares. Não resta dúvida que foi um grande passo, porém, é necessário que agora todas estas propostas sejam concretizadas.

Em 12 de abril de 2002, foram assinadas portarias autorizando o tratamento da doença de Alzheimer - DA na rede pública, que foram publicadas no Diário Oficial da União, em 16 de abril de 2002. Para que todos possam conhecê-las e saber quais os direitos que agora o portador de DA passa a ter, apresentamos abaixo um resumo:

Portaria 702: Cria mecanismos para organização e implantação de Redes Estaduais de Assistência à Saúde do Idoso e determina as Secretarias de Saúde dos estados, do distrito federal e dos municípios a adoção das providências necessárias para a implantação de redes de assistência ao idoso.
- Cria também os Centros de Referência em atenção à saúde do idoso, com hospital que dispõe de condições técnicas, instalações físicas, equipamentos, recursos humanos etc, com disponibilidade para internações hospitalares, atendimento ambulatorial especializado, hospital-dia, assistência domiciliar, no total de 74 em todo o Brasil, para atendimento a todos os aspectos da saúde do idoso.

Portaria 703: Institui, no âmbito do SUS, o Programa de Assistência aos Portadores da doença de Alzheimer. Define que o programa será desenvolvido de forma articulada pelo Ministério da Saúde e pelas Secretarias de Saúde dos estados, distrito federal e municípios em cooperação com as redes estaduais de assistência e centros de referência em assistência à saúde do idoso (estes centros serão os responsáveis pelo diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos pacientes, orientação aos familiares e cuidadores).

1) Se sua cidade não tiver Centro de Referência: acompanhar o familiar doente ao posto de saúde da cidade ou do bairro para a consulta inicial com um médico. Não esquecer de levar os últimos exames realizados (caso os tenha) e os documentos do paciente.

2) O médico do posto de saúde, dependendo da avaliação, vai encaminhar o paciente para o centro de referência ou hospital credenciado mais próximo. Não esquecer de solicitar ao médico toda documentação necessária para cadastrar o paciente no Programa de Assistência aos Portadores da Doença de Alzheimer.

3) Se sua cidade tiver Centro de Referência: ir direto ao centro e procurar o setor de atendimento ou de triagem. Também neste caso, não deixar de levar os últimos exames e os documentos do paciente.

4) No centro, o paciente será avaliado por um médico especializado para verificar a possibilidade de ter a doença de Alzheimer. A partir do diagnóstico, ele apresentará as alternativas de tratamento. Não saia da consulta sem a orientação médica para o tratamento.

5) Se o paciente já tiver sido diagnosticado, o médico do centro pode decidir refazer a avaliação, podendo confirmar o tratamento já dado ou mudar. Em qualquer caso, não saia sem entender tudo sobre as orientações médicas.

6) Se o médico receitou medicamento, levar a receita e toda a documentação exigida até a farmácia de dispensação (também chamada de farmácia do "governo") para retirar o remédio na dosagem determinada. Informe-se sobre a localização da farmácia.

7) Voltar com o paciente para nova avaliação na data orientada pelo médico.

Devemos ressaltar que neste momento a Portaria 702 está sendo revisada pelo Ministério da Saúde para facilitar o acesso do idoso com problemas crônicos de saúde, como a Doença de Alzheimer às consultas especializadas, aos exames e testes bem como ao medicamento.

A Portaria No. 703, que institui o Programa de Assistência ao Portador de Alzheimer é o primeiro passo para trazer esperança e melhores condições de vida para milhões de pessoas. Agora, novos passos serão necessários e seu sucesso dependerá muito mais do interesse e do empenho de cada um de nós, associados da ABRAz, familiares de pacientes e a comunidade médica. Para começar, precisamos que os dados sobre a portaria e sobre a doença cheguem ao máximo de pessoas, pois é a informação a arma mais importante para enfrentar a DA.

A ABRAz está também constantemente acompanhando esses processos junto ao Ministério da Saúde e busca informações sobre onde os medicamentos poderão ser retirados. Não hesite em nos contatar para dirimir suas dúvidas através do telefone: Fale conosco 0800-55-1906

Aos 31, mulher com Alzheimer não reconhece filha recém-nascida


Uma australiana de 31 anos de idade, que sofre de uma rara forma do mal de Alzheimer, não consegue reconhecer a própria filha, uma menina saudável nascida na semana passada.

Rebecca Doig foi diagnosticada com a doença em agosto de 2009, quando os exames também mostraram que ela estava grávida.

Segundo jornais australianos, acredita-se que ela seja a única mulher a ter sido diagnosticada com esta forma da doença --semelhante à que atinge os idosos-- causada por mutações no gene PSEN1.
Arquivo Pessoal
Rebecca Doig em fotografia antiga de sua festa de casamento; australiana tem 31 anos e não consegue reconhecer a própria filha
Rebecca Doig em fotografia antiga de sua festa de casamento; australiana tem 31 anos e não consegue reconhecer a própria filha

Desde que a filha, Emily Rebecca Doig, nasceu, a mãe não consegue cuidar da bebê e sequer conseguiu segurá-la.

Os primeiros sintomas da doença começaram a surgir em 2008, quando Rebecca esquecia onde tinha colocado a bolsa ou as chaves de casa.

Depois de perder vários empregos por "cometer erros", a jovem passou a se consultar com um psiquiatra e foi diagnosticada com depressão.

Mas sua condição continuou se deteriorando e ela foi diagnosticada com Alzheimer ao mesmo tempo em que soube que seria mãe.

Atualmente, Rebecca Doig precisa de cuidados 24 horas por dia. Seu marido, Scott Doig, disse à imprensa australiana que ela perdeu a memória recente e as emoções.

"Seus lobos frontal, parietal e temporal encolheram", disse ele ao jornal local "Hornsby and Upper North Shore Advocate".

Scott Doig descreveu a filha como um "milagre". "Emily é perfeita", disse ele à mídia. "Ela é uma coisinha linda e muito saudável."

A gravidez foi tranqüila e a Emily nasceu de cesariana, pesando 2,82 quilos, na última terça-feira.

O pai, que já cuida da mulher, agora também tem que aprender a cuidar da bebê recém-nascida.

"O caminho daqui para a frente será extremamente difícil, não há dois modos de se ver isso", disse ele, que descreve Rebecca como sendo uma pessoa alegre e extrovertida antes da doença.

A bebê Emily não herdou da mãe o defeito genético que causa a doença.

A paixão me pegou..


Rssss...acho que a paixão me pegou,é isso mesmo,e ela chegou sem pedir licença e foi invadindo, me consumindo de uma tal maneira que fiquei completamente sem ação.
Nunca imaginei que escrever fosse tãaaaaoooo bom... rssss
Agora ao sair de casa, no meu ritual, está sempre um bloquinho e uma caneta.
Estou registrando tudo!Tenho tantas postagens, tantas coisas pra dividir com vocês, mas hoje tem que ser rapidinho, pois , daqui a pouco já estou saindo...rsssss
Lulus de plantão..tenham uma ótima semanaaaaaa!!